A HISTÓRIA DO DTG

       O surgimento do DTG Tropeiros da Solidariedade vem do início dos anos 2000, quando foi despertado o interesse de colegas da Santa Casa por preservar usos, costumes e histórias relacionados à tradição gaúcha. Na época, foi realizado um jantar da AFUSC com baile tradicional gaúcho no CTG Rancho Crioulo, em Canoas.

       Em 27 de março de 2004, foi promovido o 1º Encontro dos Tradicionalistas da AFUSC, com um churrasco aos associados e seus familiares. O objetivo era cultivar o folclore e a tradição rio-grandense, proporcionando um novo ambiente social, artístico e cultural aos associados. Poucos dias depois, em 8 de abril daquele ano, em reunião com a Direção da AFUSC, decidiu-se sobre a formação de um Departamento de Tradições Gaúchas (DTG).

       Então, em assembleia da AFUSC realizada no sítio da Santa Casa, na Estrada da Branquinha, em Viamão, no dia 15 de maio de 2004, foi fundado o DTG Tropeiros da Solidariedade. Com o apoio de tradicionalistas, também assinam a ata de fundação Nelson Lima dos Santos, representante da Patronagem da 1ª Região Tradicionalista (MTG), Luiz Clóvis Rodrigues Fernandes, Vera Regina C. Astolfo e Davison Labrea, do 35 CTG, e Patrícia Casali, do CTG Estância da Figueira.

O LOGOTIPO DO DTG

    Conforme testemunho do senhor Roque Inhaquites, primeiro patrão do DTG e então presidente da AFUSC, a escolha do nome, do lema e da diagramação do distintivo do Tropeiros da Solidariedade está simbolicamente ligada ao trabalho de todos que fazem parte da Santa Casa:

      “Olhando bem a logomarca, tu vais entender que o tropeiro a cavalo representa cada um de nós, chegando na Santa Casa. Viemos de cada rincão deste nosso estado, chegando na Santa Casa naquela imagem que sempre foi a cara da instituição. E ‘solidariedade’ é porque a instituição é solidária com todos que dela necessitam, atendidos por todos nós que nela trabalhamos. O lema foi uma idéia da Ana Flávia. Tem tudo a ver pois somos gaúchos desgarrados de cada um dos nossos pontos do Rio Grande e, unidos dentro do DTG pela tradição e pelos costumes, somos mais gaúchos. A solidariedade é prestada por cada um de nós que na Santa Casa trabalhamos – por isto, Tropeiros de Solidariedade”, afirmou.

A PRIMEIRA PATRONAGEM

     No Chimarrão Festivo realizado no Sítio da Santa Casa, em Viamão, em 7 de agosto de 2004, foi eleita por aclamação a primeira Patronagem do DTG Tropeiros da Solidariedade. Foram eleitos Roque Antônio Inhaquites (Patrão), Carlos Alberto Silva Vieira (1º Capataz), Anibal Francisco da Silva (2º Capataz), Sabrina Freitas (1º Sota-capataz); Isabel Machado (2º Sota-capataz), Milton Souza de Moraes (Agregado das Pilchas); Davison Labrea, Carlos Luciano Pereira, Laurecy Machado e Marcia Machado (Posteiros da Invernada Cultural), Ana Flávia Szimanski Cogo, Inajara Correa, Patrícia Branco e Maria Dejane Viegas (Posteiros da Invernada Artística), Gustavo Ramirez, Francisco Roxo, Solon Henriques da Silva e Silvio Bitencourt (Posteiros da Invernada Campeira).

FILIAÇÃO AO MTG

     Em outro Chimarrão, desta vez promovido na AFUSC, na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, em 26 de agosto de 2004, foram tratados da mostra das camisas do DTG; da filiação do Tropeiros da Solidariedade ao Movimento Tradicionalista Gaúcho e dos convites do 35 CTG e do CTG Estância de Potrilhos para participação do Tropeiros no Acampamento Farroupilha 2004, na Estância do Harmonia, em Porto Alegre.

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